segunda-feira, 13 de outubro de 2008

nuvens noctluscentes

AIM é a sigla em inglês para Aeronomia do Gelo na Mesosfera.



Tão esquisitas como seu nome, as nuvens noctilucentes só podem ser vistas à noite e se formam em altitudes acima de 80 km. São uma espécie de cirrus de cor azulado ou prateado, algumas vezes avermelhados ou em tons de laranja. O objetivo da missão AIM será o de fornecer respostas para alguns dos principais mistérios no surgimento dessas nuvens, entre eles o mecanismo de sua formação em altitudes em que não há umidade e porque seu número tem aumentado significativamente sobre as regiões polares, onde raramente se formam.


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Algumas teorias apontam que as nuvens noctilucentes sejam formadas por partículas muito finas de poeira cósmica e que seu aumento sobre as regiões polares esteja ligado ao aumento da concentração de gases do efeito estufa sobre estas regiões. De acordo com Russell James, cientista envolvido na missão AIM, uma das teorias é que a elevação dos níveis de CO2 na mesosfera esteja mudando sua temperatura. Outras teorias apontam um crescimento da quantidade de vapor de água devido ao aumento dos níveis do metano. "Estamos explorando as nuvens na beira do espaço", disse ele.



A primeira vez que as nuvens noctilucentes foram observadas foi em 1883, depois da erupção do vulcão cracatoa na ilha de Java, sugerindo que sua formação possa também estar relacionada às finas partículas vulcânicas em suspensão na alta atmosfera. Muitas das supostas aparições de "discos voadores" eram na verdade a formação de nuvens noctilucentes.

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As nuvens noctilucentes são visíveis somente no céu noturno com tons azuis ou prateados, às vezes alaranjado ou avermelhado. São tênues cirrus formados nas imensas altitudes de 75 a 90 km. Verdadeiro enigma da natureza, resta a pertgunta sobre como se formam em altitudes em que não há umidade ? As suposições levantadas até o momento é que elas sejam formadas por finas poeiras cósmicas.



Muito raramente observadas no hemisfério norte, durante os meses de verão, o número de nuvens noctilucentes sobre as regiões polares cresceu muito nas últimas décadas, possivelmente em conseqüência do aumento da concentração de gases estufa em altitudes elevadas, conforme teorizam os cientistas. "Uma teoria é que a atmosfera a oitenta quilômetros acima da superfície está ficando mais fria devido à concentração de dióxido de carbono", disse Russell James, cientista da missão AIM, da Universidade de Hampton, Virgínia. "O CO2 aquece a atmosfera perto da superfície da Terra, mas pode resfriar a atmosfera mais alta", complementou.



Outras possíveis causas incluem um aumento no vapor de água da atmosfera que pode resultar de um crescimento das emissões de gás metano, explicou ainda o cientistaMuito raramente observadas no hemisfério norte, durante os meses de verão, o número de nuvens noctilucentes sobre as regiões polares cresceu muito nas últimas décadas, possivelmente em conseqüência do aumento da concentração de gases estufa em altitudes elevadas, conforme teorizam os cientistas. "Uma teoria é que a atmosfera a oitenta quilômetros acima da superfície está ficando mais fria devido à concentração de dióxido de carbono", disse Russell James, cientista da missão AIM, da Universidade de Hampton, Virgínia. "O CO2 aquece a atmosfera perto da superfície da Terra, mas pode resfriar a atmosfera mais alta", complementou. Outras possíveis causas incluem um aumento no vapor de água da atmosfera que pode resultar de um crescimento das emissões de gás metano, explicou ainda o cientista

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