domingo, 30 de novembro de 2008

DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE

Criaturas Míticas Ganham Vida em Dragões: Uma Fantasia que se torna Realidade

Ao longo da história, a humanidade sempre demonstrou grande fascinação pelos dragões, seres que fazem parte dos mitos e lendas de quase todas as culturas do mundo, seja entre os Inuit, astecas ou chineses. Esses povos nunca estiveram em contato, mas conceberam a mesma criatura mitológica. Trabalhando com equipes de produção do mundo inteiro e em colaboração com reconhecidos cientistas, artistas e animadores, o novo especial do Discovery Channel, intitulado
DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE, combina lenda e fatos científicos com animação em CGI e revolucionários efeitos especiais.
DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE é um exercício de imaginação que demonstra como teriam sido os dragões se tivessem realmente existido. Através de magníficas imagens computadorizadas geradas pela mesma empresa de animação gráfica que desenvolveu as criaturas em Walking with Dinosaurs e Walking with Prehistoric Beasts, ambos televisionados pelo Discovery Channel, e na seqüência de filmes Harry Potter, os telespectadores poderão ver os dragões em todos seus detalhes.
Este especial imagina como os dragões evoluíram em diferentes espécies ao longo do tempo e ao redor do mundo, e como suas características físicas e comportamento adaptaram-se às necessidades específicas de seu ambiente. Nesta história, os dragões encontram seus pares, criam seus filhotes, protegem seus territórios e lutam para sobreviver à invasão dos humanos, como todos os outros animais têm feito ao longo da história.


Foto Real tirada na Romênia

DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE é uma produção de Darlow Smithson. John Smithson, David McNab e Alice Keens Soper são os produtores executivos, Justin Hardy é o diretor e Ceri Barnes é a produtora de Darlow Smithson.

Saiba muito mais sobre dragões no blog: http://mitologiaouverdade.blogspot.com/

Indignação!


Recebi um e-mail com o texto abaixo, e não deu para deixar passar em branco, por isso resolvi postar em meu blog, como uma declaração de indignação, de perplexidade frente a um fato que passa por nós sem termos a chance de opnar, a não ser, manifestando pensamentos comuns como o texto abaixo.

Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.

"Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.

Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.

São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.Resolver, capicce? Extinguir.

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia."

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Mistério no Brasil

Homem acorda em alto de pedra e não sabe como chegou lá
08/11/08 - 10h57 (Outros - A Gazeta)

Um mistério está intrigando os moradores da localidade de Córrego Bananalzinho, na área rural do município de Rio Bananal. O pedreiro Odair José Berti, de 35 anos, não sabe como foi parar em uma pedra de cerca de 300 metros de altura, onde permaneceu por cerca de 17 horas. Ele foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em uma operação arriscada, que durou 12 horas, e terminou na madrugada de ontem.

Mesmo para os experientes bombeiros que estiveram no local, como os sargentos José Ailton e Caldeira, o fato não tem uma explicação lógica. Segundo eles, o acesso ao topo da pedra é extremamente difícil, até mesmo com o uso de equipamentos.

Os moradores da região asseguram que seria praticamente impossível subir na pedra sem recursos técnicos para fazer a escalada. "Só Deus sabe como ele foi parar lá", comentou o motoboy Claudecir Berti, sobrinho do pedreiro.

O próprio Odair estava assustado com a situação. Ele reside no município de Colatina e decidiu passear na casa de um irmão, que reside em Córrego Bananalzinho, onde chegou na tarde de quarta-feira. Como estava muito cansado, conforme contou para familiares, ele dormiu cedo. No dia seguinte, quando acordou, ainda de acordo com seu relato, tomou o maior susto ao perceber que estava no alto de uma pedra. Desesperado, começou a gritar acenando com a camisa, até que um morador da região o viu.

Quando foi resgatado o pedreiro estava usando bermuda, camisa e chinelo e, segundo os bombeiros, não tinha nenhum arranhão no corpo. Aparentava, entretanto, estado de saúde debilitado, pois estava com sede e fome. Ele foi atendido no posto médico local e depois liberado.

A operação de resgate envolveu uma equipe de quatro bombeiros. Eles foram acionados por volta das 13h40. Quando perceberam a gravidade da situação, já no final da tarde, cogitaram usar o helicóptero do governo do Estado. Entretanto, como a aeronave não opera durante a noite, decidiram escalar a pedra usando técnicas de rapel. Com a ajuda de moradores da região, levaram mais de uma hora para chegar até o ponto mais adequado à escalada. A operação terminou por volta de uma hora. Na descida, dois bombeiros se perderam e só conseguiram sair da área com ajuda dos moradores. Na escalada, o sargento José Ailton sofreu vários ferimentos nos pés.

Familiares do pedreiro asseguraram que ele não tem problemas mentais. Odair é separado da mulher e reside com a mãe.

08/11/08 - 10h57 (Outros - A Gazeta)

reportagem extraída do http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2008/11/30506-homem+acorda+em+alto+de+pedra+e+nao+sabe+como+chegou+la.html

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

LEMÚRIA - AS RUÍNAS DE SUBMERSAS DE YONAGUNI


Afirmam os escritos arcaicos, que outrora, em pleno oceano Pacífico, anterior à existência da Atlântida , existiu um grande continente. Nesta época remotíssima, a Europa era um grande pântano, e grande parte dos atuais continentes ainda estavam submersos.
Quanto a seus habitantes, existem registros indicando que tinham uma altura média legeiramente superior a de hoje, aproximadamente 1,8 m de altura para os homens, com peso entre 70 e 100 quilos. Sua aparência física era ligeiramente diferente da nossa . Tinham uma dieta mais vegetariana , consumindo pouca carne , de preferência de pequenos animais e peixes.

A protuberância no centro da testa era um órgão sensório , que permitia ao lemuriano " ver ou sentir " , pelo "som ou pelo cheiro" a aproximação de um animal perigoso a grande distância , assim como captava e recebia impressões de outros que estavam a centenas ou milhares de quilômetros de distância .

Após a primeira grande catástrofe, que eliminou aproximadamente metade do continente original,a cultura mais refinada deste povo se desenvolveu ao longo da costa oriental (próximo onde hoje é a Califórnia e América Central ) .
Quanto ao desenvolvimento científico do lemurianos, contam-se que eles haviam encontrado certas pedras em regiões vulcânicas que tinham a propriedade de repelir grande massas de água , impulsionando assim suas embarcações quando amarradas em local apropriado.Também usavam moinhos de vento para fins industriais e conheciam outro tipo de pedra que irradiava energia por repulsão magnética e fazia girar rodas com grandes peças de ferro ou metais .
Existia luz nas suas construções , fornecida por outro tipo de pedra ou mineral parecidos com material radioativo (porém sem oferecer riscos). Muitas pedras raras eram usadas pelos lemurianos para diversas finalidades . O fato é que ,supõe-se que os lemurianos tinha elevado conhecimento científico , sendo capazes de manipular e usar os minerais de modo a torna-los úteis em suas diversas atividades.
As suas casas e outras edificações tinham geralmente a forma retangular/quadrangular com paredes de 3,5ma a 3,35m de altura, com telhados de madeira , folhas e cobertura de lama . O telhado se estendia por 1,2m a 1,8m além da estrutura , mantendo o interior fresco. O extremo calor o brilho intenso do sol , aliado ao solo quente devido ao extremado vulcanismo do subsolo , faziam da Lemúria uma terra de temperaturas elevadas ; o clima no entanto era amenizado pelos numerosos rios e riachos alem de um índice pluviométrico extremamente alto durante praticamente o ano todo . As Estruturas Residenciais maiores eram interligadas , o que permitia às pessoas se locomoverem sem o enfrentamento dos rigores climáticos do exterior das casas.

O trabalho agrícola era a principal ocupação dos moradores , e em geral era feito pela manhã ou à tardinha , evitando assim o intenso calor . A cerâmica e a ornamentação eram as principais atividades industriais , sendo encontrado vestígios desta herança lemuriana em diversos povos antigos.

O Eucalipto e a sequóia eram as madeiras mais utilizadas ; hoje encontram-se vestígios destas árvores na Austrália e Nos Estados Unidos (Califórnia) .

Os grandes edifícios serviam como locais de culto e estudo científico . Existem registros arcaicos que relatam o formato de Domos ou telhados curvos nestas estruturas .

A Lemúria (também chamada continente MU) é citada no prefácio do Livro da Epopéia de Gilgamesh, a narrativa mais antiga da História Ocidental. O livro foi escrito há 5 mil e 500 anos pelos sumérios, a primeira civilização [ocidental] conhecida a inventar a escrita, e faz referências ao Grande Dilúvio de 10 mil anos atrás, ao final da última Era do Gelo em todo o planeta. Dizem as lendas que os sumérios foram os últimos descendentes do legado lemuriano.

É provável que os mediterrâneos [como os gregos] tenham confundido a Lemúria com a Atlântida, pois o Oceano Pacífico não fazia parte do mundo conhecido deles; o Pacífico fica do outro lado da Terra, enquanto o Atlântico fica logo ali. Platão, um dos mais conhecidos filósofos do ocidente que fala da Atlântida, teria associado o continente perdido à destruição da avançadíssima sociedade matriarcal Minóica na Ilha de Creta, devastada por um vulcão e um maremoto.

Alguns dizem que a catástrofe da Lemúria ocorreu há 9 mil anos, com o maior choque da História entre placas tectônicas, que quebraram a base da ilha, ou do continente. É provável que ninguém tenha sobrevivido. Mas antes disso eles teriam se expandido em colônias e feito contato com outras culturas em todo o mundo, nos 5 continentes.

FONTES DE PESQUISAS: www.geocities.com/CollegePark/Field/8825/lemuria
http://neocodex.vilabol.uol.com.br/ernestoribeiro/civilizacoesperdidas.htm
Também foram encontrados no Japão, ruínas de uma cidade perdida submersa

Localizações possíveis de Atlântida


Jacques-Yves Cousteau (1910 – 1997), o famoso oceanógrafo, um dos inventores, juntamente com Émile Gagnan, do aqualung, o equipamento de mergulho autônomo que substituiu os pesados escafandros, e também participou como piloto de testes da criação de aparelhos de ultra-som para levantamentos geológicos do relevo submarino e de equipamentos fotocinematográficos para trabalhos em grandes profundidades. Em um de seus documentários, COUSTEAU: EM BUSCA DA ATLÂNTIDA, depois de pesquisas nas Bahamas, nos Açores e nas ilhas Coco, na Costa Rica, Cousteau “localizou” definitivamente a Atlântida no mar Egeu, ao largo da ilha de Creta, onde a civilização minóica da Idade do Bronze (cerca de 1500 a.C.) poderia ser contemporânea da cidade submersa. Aliás, muitos historiadores comparavam espontaneamente os cretenses aos atlantes, que teriam herdado destes a legislação, o artesanato, a arte e o comércio.



O mais célebre dos descobrimentos feitos na zona é, sem dúvida, o "Caminho" ou "Muralha" de Bimini (uma ilhota do arquipélago das Bahamas, situada a somente cinqüenta milhas de Miami), descoberto pelo doutor J. Manson Valentine em 1968. Esta enorme construção é composta por gigantescos blocos de pedras com 70 a 80 metros de comprimento, debaixo de 6 a 7 metros de água, dispostas a modo de caminho, plataformas ou muralhas. O grande vidente Edgar Cayce já anunciara em 1940 a descoberta das muralhas submersas Bimini, nas Bahamas.



Atlantis x Triângulo das Bermudas


Ruínas das construções de Atlântida seriam responsáveis pelos misteriosos fenômenos do chamado Triângulo das Bermudas? É o que afirmava o famoso vidente Edgar Cayce. Dizia ele que essa civilização tinha um poderoso cristal que canalizava energias cósmicas, e que agora jaz no fundo do mar.

mundo dos curiosos: Atlântida ou Atlantis

mundo dos curiosos: Atlântida ou Atlantis

Atlântida ou Atlantis


A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão. Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por pelos sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.
Na verdade a *Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil. Sabe-se que os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo . A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groelândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos. A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão.

Platão descreveu a Atlântida como anéis alternados de mar e terra, com um palácio no centro do “olho de boi”. Ele usou uma série de diálogos para expressar suas idéias. Um dos personagens de seus diálogos, Kritias, conta uma história da Atlântida que está em sua família por muitas gerações. De acordo com o personagem, a história foi originalmente contada para seu ancestral Sólon, por um padre durante a visita de Sólon ao Egito.
Esta foi a civilização atlante que foi descrita por Platão.
Atlantida, ja tendo sido destruída duas vezes por causas naturais, estava sendo reestruturada pela terceira vez. Eles unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um melhor controle sobre o desenvolvimento social.
Começaram a trabalhar com as Forças da Natureza, tinham conhecimento das hoje chamadas linhas de Hartman e linhas Ley, que cruzam toda a Terra, algo que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos celtas que construíram os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas.
Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, o que os levou a tentar criar “raças puras”, raças que não possuíssem nenhum defeito. Esse pensamento persistiu até o século XX a ser uma das bases do nazismo.
Os Atlantes detinham grandes conhecimentos sobre as pirâmides, há quem diga que elas foram edificadas a partir desta civilização e que eram usadas como grandes condutores e receptores de energia sideral, o que, entre outros efeitos, fazia com que uma pessoa que se encontrasse dentro delas, especialmente a Grande Pirâmide, entrava em estado alterado de consciência quando então o sentido de espaço-tempo se alterava totalmente.
É certo que os habitantes da Atlântida possuíam um certo desenvolvimento das faculdades psíquicas, entre as quais a telepatia, embora que muito aquém do nível atingido pelos habitantes da primeira civilização.

Construíram aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao que é hoje é conhecido como “asa delta”. Isto tem sido confirmado através de gravuras em certos hieróglifos egípcios e maias.
Também em certa fase do seu desenvolvimento os atlantes foram grandes conhecedores da energia lunar, tanto que faziam experiências muito precisas de conformidade com a fase da Lua. A par disto foram grandes conhecedores da astronomia em geral.

Na verdade os atlantes detiveram grandes poderes, mas como o poder denigre o caráter daquele que não está devidamente preparado para possuí-lo, então a civilização começou a ruir. Eles começaram a separar o desenvolvimento espiritual do desenvolvimento científico. Sabedores da manipulação dos gens eles desenvolveram a engenharia genética especialmente visando criar raças puras. Isto ainda hoje se faz sentir em muitos povos através de sistemas de castas, de raça eleita ou de raça ariana pura. Em busca do aperfeiçoamento racial, como é da natureza humana o querer sempre mais os cientistas atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante gens de espécies animais detentoras de determinadas capacidades. Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim combinaram gens deste animal com gens humano; aprimorar o olfato através de gens de lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior, aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus sentidos acabaram criando bestas-feras, onde algumas são encontradas na mitologia grega e em outras mitologias e lendas. Ainda no campo da engenharia genética criaram algumas doenças que ainda hoje assolam a humanidade.
A moral começou a ruir rapidamente e o materialismo começou a crescer. Começaram a guerrear. Entre estas foi citada uma que houve com a Grécia, da qual esta foi vitoriosa. Enganam-se os que pensam que a Grécia vem de 2 000 a.C. Ela é muito mais velha do que o Egito e isto foi afirmado a Sólon pelo sacerdote de Sais. Muitos atlantes partiram para onde hoje é a Grécia e com o uso a tecnologia que detinham se fizeram passar por deuses dando origem assim a mitologia grega, ou seja, constituindo-se nos deuses do Olimpio.

Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de "Vril", sob as quais não tiveram condições de controla-la, resultando disso a destruição final da Atlântida, que submergiu em uma noite. Para acreditar que um continente tenha submergido em uma noite não é muito fácil, mas temos que ver que a tecnologia deles eram muito mais avançadas do que a nossa, e que o poder do cristal é muito maior do que imaginamos, pois se formos vê os cristais estão em tudo com o avanço tecnológico, um computador é formado basicamente de cristais e o laser é feito a parti de cristais. Mas antes da catástrofe final os Sábios e Sacerdotes atlantes, juntamente com muitos seguidores, cientes do que adviria daquela ciência desenfreada e conseqüentemente que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, foram para vários pontos do mundo, mas principalmente para três regiões distintas: O nordeste da África onde deram origem a civilização egípcia; para América Central, onde deram origem a Civilização Maia; e para o noroeste da Europa, onde bem mais tarde na Bretanha deram origem à Civilização Celta.

A corrente que deu origem a civilização egípcia inicialmente teve muito cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos a fim de evitar que a ciência fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior. Para o exercício desse controle eles criaram as “Escolas de Mistérios”, onde os ensinamentos eram velados, somente sendo transmitidos às pessoas que primeiramente passassem por rigorosos testes de fidelidade.

Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como conhecimentos elevados de outros ramos científicos, como matemática, geometria, etc. Pesquisas recentes datam a Esfinge de Gizé sendo de no mínimo 10.000 a.C. e não 4.000a.C. como a egiptologia clássica afirma. Edgar Cayce afirmou que embaixo da esfinge existe uma sala na qual estão guardados documentos sobre a Atlântida, atualmente já encontraram uma porta que leva para uma sala que fica abaixo da esfinge, mas ainda não entraram nela. A Ordem Hermética afirma a existência não de uma sala, mas sim de doze.


A corrente que deu origem a civilização maia, foi muito parecida com a corrente que deu origem a civilização egípcia. Quando os atlantes que migraram para a Península de Yucatã antes do afundamento final do continente, eles encontraram lá povos que tinham culturas parecidas com a deles, o que não é de admirar, pois na verdade lá foi um dos pontos para onde já haviam migrado atlantes fugitivos da segunda destruição.


Também os integrantes da corrente que se direcionou para o Noroeste da Europa, e que deu origem mais tarde aos celtas, tiveram muito cuidado com a transmissão do conhecimento em geral. Em vez de optarem para o ensino controlado pelas “Escolas de Mistérios” como acontecera no Egito, eles optaram por crescer o mínimo possível tecnologicamente, mas dando ênfase especialmente os conhecimentos sobre as Forças da Natureza, sobre as energias telúricas, sobres os princípios que regem o desenvolvimento da produtividade da terra. Conheciam bem a ciência dos cristais, e da magia, mas devido ao medo de fazerem mau uso dessas ciências eles somente utilizavam-nos, mas no sentido do desenvolvimento da agricultura, da produtividade dos animais de criação, etc.
Atualmente as pessoas vêem a Atlântida como uma lenda fascinante, como algo que mesmo datando de longa data ainda assim continua prendendo tanto a atenção das pessoas. Indaga-se do porquê de tanto fascínio? Acontece que ao se analisar a história antiga da humanidade vê-se que há uma lacuna, um hiato, que falta uma peça que complete toda essa história. Muitos estudiosos tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, África e América e inter-relacionados. O como foram construídos as pirâmides e outros monumentos até hoje é um enigma. Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não dão qualquer explicação plausível.
Os historiadores não acreditam que um continente possa haver afundado em uma noite, mas eles esquecem que aquela civilização foi muito mais avançada que a nossa. Foram encontradas, na década de 60, ruínas de uma civilização no fundo do mar perto dos Açores, onde foram encontrados vestígios de colunas gregas e até mesmo um barco fenício. Atualmente foram encontradas ruínas de uma civilização que também afundou perto da China.
As pessoas têm que se conscientizar de que em todas as civilizações em que a moral ruiu, ela começou a se extinguir, e atualmente vemos isso na nossa civilização, e o que é pior, na nossa civilização ela tem abrangência mundial, logo se ela rui, vai decair todo o mundo. Então o mais importante nessa história da Atlântida não é o acreditar que ela existiu e sim aprender a lição para nós não enveredemos pelo mesmo caminho, repetindo o que lá aconteceu.
fontes de pesquisas:http://users.hotlink.com.br/egito/atl.htm
http://users.hotlink.com.br/egito/index1.html
http://osnefilins.tripod.com/

*Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C
assistindo ao vídeo exibido pelo site do msn* (abaixo),vi que cientistas falam sobre uma grande mudança no planeta, onde o mar vira deserto e vice e versa.
talvez seja uma explicação do "porque" Atlantida ficou submersa.

http://video.msn.com/video.aspx?mkt=pt-BR&vid=ce523a1c-d78e-4f7d-8eb1-9a50739e6343

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

mundo dos curiosos: Estranhos Cículos em Santa Catarina

mundo dos curiosos: Estranhos Cículos em Santa Catarina

mundo dos curiosos: Circulos estranhos em plantações

mundo dos curiosos: Circulos estranhos em plantações

Estranhos Cículos em Santa Catarina

clique nas imagens para ve-las em tamanho original
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Aconteceu no dia 11/11/2008

estão apontando que os famosos círculos que aparecem nas plantações no Reino Unido surgiram em duas lavouras de Triticale no município de Ipuaçu – SC.

Ivo Luis relata que os estranhos círculos apareceram na lavoura catarinense na madrugada do dia 8 para o dia 9 de novembro de 2008. A circunferência destes círculos mede cerca de 19 metros, a notícia se espalhou rapidamente pelo município de Ipuaçu, onde muitos curiosos estão se dirigindo para o local para conferir de perto as estranhas figuras nos plantios.

No Brasil já ocorreu um caso de aparições de círculos em plantios. Foi no ano de 1996 em Guaratinguetá - SP, num charco a cem metros da Escola de Especialistas de Aeronáutica, próximo a Rodovia Dutra, onde foi encontrada uma circunferência simétrica com cinco metros de diâmetro, em uma área pantanosa. Este caso foi pesquisado pelo ufólogo Walter de Oliveira do Grupo UFOL, de Lorena - SP.



A vegetação encontrava-se dobrada no sentido horário e os filetes do capim não estavam quebrados, houve um crescimento repentino na borda do círculo, formando uma franja de aproximadamente trinta centímetros ao redor do círculo. Nos exames preliminares o Sr Valdinei José Paulino, agrônomo, descartou a hipótese de se tratar de uma formação natural. Após o fato foi construído um muro separando a área militar do aeroclube local, e o charco foi aterrado para a construção de uma estrada, descaracterizando o local onde surgiu a marca.



O agricultor Rovilho Biazzotto, 69 anos, dono de uma das propriedades onde as marcas apareceram, disse ter visto as manchas na tarde de domingo e pensado se tratar de uma brincadeira de crianças.


Depois percebeu que os círculos teriam formas bem definidas. “Acho que um homem não conseguiria fazer um trabalho desses”, afirmou. “Nunca vi isso antes. Derrubou todas as plantas e atingiu cerca de 300 metros quadrados”.

O radialista Ivo Luís, esteve no local e destacou que o que mais chama a atenção é que os dois círculos estão localizados a cerca de 25 metros do asfalto. “Não existem marcas ou qualquer rastro de pneu até o local onde estão as formas”, afirmou.



“Os círculos eram delimitados por uma faixa com plantas de pé, sem sinais de qualquer amassamento, seguidas por outra faixa de plantas amassadas, derrubadas de maneira uniforme e em sentido horário”, completou.


As estranhas marcas geométricas em plantações, também chamadas de agroglífos, ou “cículos ingleses”, foram registradas em áreas rurais da Inglaterra na década de 1980 e também em campos de trigo da Argentina.


Aproximadamente um metro de trigo intacto separa o círculo maior do menor
O final de semana em Ipuaçu, Santa Catarina, fui muito agitado. Algo inusitado surgiu em duas plantações da região. Os famosos agroglífos, muito conhecidos na Inglaterra por círculos ingleses. O primeiro a registrar o caso foi o agricultor Inézio Trentin, residente na comunidade de Toldo Velho, distante cinco quilômetros da cidade. O proprietário notou algo diferente em sua plantação de trigo no domingo, 09 de novembro.

Trentin observou em sua lavoura um círculo amassado envolto de aproximadamente um metro de trigo intacto, e outro círculo ainda maior ao redor do menor e com aproximadamente 19 m de diâmetro. O que mais chamou a atenção do agricultor foi que não havia nenhum rastro que pudesse indicar a passagem de pessoas, máquinas, veículos ou animais no local, porque toda a plantação em volta estava intocada.

“É muito estranho, como alguém chegaria até lá sem amassar nenhum pé de trigo? Eu e meu filho olhamos com calma, mas dificilmente alguém chegaria lá por terra, atravessando a lavoura sem fazer um grande estrago, já que o trigo é plantado bem próximo”, disse Trentin.



Sem saber ao certo o que havia acontecido em sua plantação, o proprietário foi até a Delegacia de Ipuaçu fazer um Boletim de Ocorrência, temendo que algum vândalo, mal intencionado tenha feito as marcas e que pudesse voltar e praticar algo pior. “A gente nunca sabe o que pode acontecer”, acrescentou, parecendo não acreditar que possa ter sido ação de seres extraterrestres, mas também não se convenceu de que um ser humano seja capaz de fazer algo tão perfeito. O segundo caso aconteceu na propriedade de Nilson Biazzotto. Um círculo com as mesmas proporções foi encontrado pelo agricultor quando se dirigia à lavoura com sua colheitadeira. O misterioso círculo fica em meio à plantação, a mais de 25 m da estrada. O agricultor contou que inicialmente achou ter sido obra de jovens, fazendo cavalo-de-pau em meio ao cultivo, mas um funcionário lhe chamou a atenção sobre a uniformidade do círculo.

veja mais sobre círculos estranhos em nosso link:

mundo dos curiosos: Circulos estranhos em plantações


assista reportagem no site: http://www.mundorecord.com.br/ (pesquisar: circulos estranhos)

sábado, 8 de novembro de 2008

Icebergs coloridos


Um iceberg é um imenso pedaço de gelo flutuando no oceano. Não se trata de gelo marinho ou de gelo flutuante, formado como resultado do congelamento da água do mar. Um iceberg já foi parte de uma geleira, uma porção da qual se desprende. Eles são feitos de água fresca e sua forma pode ser muito irregular, como montanhas de gelo, ou lisa com laterais íngremes, como um planalto gelado

A água salgada tem maior densidade (massa maior em um determinado volume) do que a água doce, porque as moléculas adicionais são mais pesadas que as moléculas de água. O gelo é único entre os sólidos por se tratar do único sólido menos denso do que o estado líquido do mesmo material. Quando a água se congela, as moléculas se arranjam em um padrão de cristal. Essa estrutura específica do gelo deixa muito espaço adicional entre as moléculas, o que reduz a densidade do gelo. Por isso os icebergs flutuam e, por isso, podemos calcular que porção de um iceberg fica invisível submersa..

Quando um iceberg se solta da geleira e cai no mar, um pouco da água salgada congela em sua superfície. Se essa água possui muitas partículas de algas, as listas podem ficar verdes. As listas pretas, cinzas e marrons são causadas por sedimentos que se acumulam quando a geleira desliza sobre um fundo rochoso.



A água congela imediatamente no momento em que a onda toca o gelo, já que a Antártica tem as temperaturas mais baixas do mundo.
As geleiras "fluem" encosta abaixo em ritmo muito lento, por força de seu peso, e terminam por atingir o oceano. Na costa, o gelo se estende para além da linha da terra, e flutua na água, formando uma camada de gelo envolta pelo mar.

O peso do gelo, combinado ao movimento das marés que fazem com que a camada suba e desça, cria fissuras no gelo. Por fim, um pedaço de gelo se separa da geleira, processo conhecido como calving. Isso pode propiciar um impressionante espetáculo, com grandes placas de gelo caindo no oceano e gerando enormes ondas. Em outras ocasiões, o iceberg que acaba de se formar simplesmente flutua para longe da geleira original.


O gelo glacial (e portanto os icebergs) é feito de neve, composta de água doce. É por isso que os icebergs são feitos de água doce e não salgada.





Icebergs azuis Ao contrário do branco, estes não possuem aquelas bolhas de ar e refletem mais o azul, devido ao comprimento específico da onda luminosa azul. O mesmo fenômeno faz com que o céu também seja azul.

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Os icebergs verdes têm essa cor devido às algas que crescem neles e somente são vistos nos icebergs que rolam, expondo a parte que normalmente fica submersa.


As listas azuis são causadas por rachaduras no gelo preenchidas por água do mar que gela rapidamente e não deixa formar bolhas de ar no seu interior




Além do branco, verde e azul ele ainda tem listras marrons, pretas e amarelas! Essa jóia da Antártida tem essas novas cores devido a diferentes camadas de sedimentos acumuladas durante a formação do iceberg





Na foto abaixo, água congelou no momento em que a onda estourava sobre o gelo. É assim que acontece na Antartida, que tem tido o tempo mais frio das últimas décadas. A água congela no momento que entra em contato com o ar. A temperatura da água já está nesse momento alguns graus abaixo do ponto de congelamento. Veja a onda congelada no ar.





Fontes: Athropolis, Oceanworld e Telegraph

domingo, 2 de novembro de 2008

Triângulo das Bermudas


Triângulo das Bermudas

Alguns acreditam que as leis da física não se aplicam ao Triângulo das Bermudas e este é um dos únicos dois lugares do mundo onde uma bússola não aponta para o norte magnético.

Através dos anos centenas de barcos e aviões desapareceram na área do Oceano Atlântico entre Bermuda, Porto Rico e Fort Lauder,dale. Um dos desaparecimentos mais famosos aconteceu em dezembro de 1945, quando o Vôo 19 – cinco aviões de bombardeiro da marinha – sumiram durante um exercício de treinamento.



Efeito da irregularidade da superfície do mar na Corrente do Golfo, captado pelo satélite Terra, da NASA, em 8 de abril de 2004

Uma explicação para o misterioso desaparecimento de navios inteiros poderia ser as grandes bolsas de gás que são comuns no leito do mar nesta área. Quando o gás sobe para a superfície, ele dissolve na água, diminuindo a flutuação e causando o naufrágio de navios.


Imagem cedida U.S. Naval Historical Center

(Centro histórico naval norte-americano) Um Grumman TBF Avenger da marinha americana
Aviões Avengers da Marinha Americana, vôo 19, em 1945

A história mais famosa do Triângulo das Bermudas, sem dúvida, é o mistério que cerca o desaparecimento de cinco aviões Avengers da marinha em 1945.
A história do vôo 19 costuma ser resumida assim: uma patrulha de rotina partiu em um dia ensolarado com cinco pilotos muito experientes. De repente, a torre começou a receber transmissões do líder do vôo alegando que estavam perdidos, que as bússolas não funcionavam e que "tudo parecia errado". Depois disso, eles nunca mais foram vistos e investigações posteriores da marinha não tiveram nenhum sucesso em explicar o incidente.



Imagem da NASA onde se podem observar os 3 vértices do Triângulo das Bermudas: Miami, Florida, Bermuda e San Juan, Puerto Rico.

A primeira noticia que se tem de fenomenos estranhos na regiao do triangulo das Bermudas, sao de Cristovao Colombo que em 15 de setembro de 1492, viu uma enorme bola de fogo caida do ceu, em direcao ao oceano. Parte da tripulacao foi tomada pelo panico diante das estranhas anomalias registradas nas bussolas e outros instrumentos de navegacao, atribuindo-lhes uma caracteristica sobrenatural. Ainda hoje tais fenomenos sao observados nos limites territoriais do chamado triangulo das Bermudas.

A expressão "triângulo das Bermudas" foi inventada por Vincent H. Gaddis, escritor e investigador que se especializou nos fenómenos inexplicados, misterioso e insólitos, para demarcar uma zona onde estranhos acontecimentos têm acontecido. Ele é autor de numerosos livros, entre os quais Invisible Horizons, publicado nos Estados Unidos em 1965. Nessa obra, o autor consagra um capítulo inteiro ao Triângulo das Bermudas, empregando assim, pela segunda vez, uma expressão forjada por ele em 1964 para um artigo publicado na revista Argosy.

A partir do aparecimento do livro de Gaddis, a expressão conheceu um grande êxito e, pouco tempo depois, era retomada por uma quantidade de autores, fascinados, também, por esse formidável enigma. Entre esses autores, há um cujo nome aparecerá muitas vezes neste livro e que creio útil apresentar desde já. Trata-se de um amigo de Vincent H. Gaddis, um "caçador de mistérios" também ele, Ivan T. Sanderson. Ivan T. Sanderson morreu a 20 de Fevereiro de 1973. Esse desaparecimento súbito privou o mundo de um dos seus espíritos mais fecundos e mais originais. Viajante infatigável, explorador, investigador e escritor, consagrou uma grande parte da sua vida a capturar animais, muitos dos quais pertencentes a espécies muito raras para os jardins zoológicos e diversos organismos de estudo e investigação.

Devem-se-lhe numerosas emissões de rádio e de televisão, assim como várias obras consagradas ao estranho e ao inexplicado. Foi por isso que ele fundou, em 1965, a Society for the Investigation of the Unexplained (Sociedade para a Investigação do Inexplicado) e escreveu livros que tratam, precisamente, de fenómenos esquisitos e misteriosos. Invisible Residents é um desses livros, talvez o mais célebre do seu autor, que nele expõe uma teoria particularmente original. Segundo ele, seres inteligentes viveriam há milénios sob a superfície dos lagos, dos mares e dos oceanos do nosso globo, e é aí, escondido sob toneladas de água, onde ninguém pensaria em ir procurá-lo, que residiria o segredo dos objectos voadores e aquáticos não identificados. Entre os capítulos que constituem Invisible Residents, há um, o oitavo, que se intitula «The Bermuda Triangle» (O Triângulo das Bermudas). Sanderson tinha portanto dado provas de uma certa clarividência ao incluir nos fenómenos registados em Invisible Residents os desaparecimentos ocorridos na zona do Triângulo.


O navio U.S.S. Cyclops, 1918

Barcos eram encontrados abandonados pela tripulação, com a sua carga intacta e por vezes com a comida ainda quente nas mesas, outros, e aviões também, desapareciam misteriosamente sem deixar rasto e por vezes poucos minutos depois de terem estabelecido contacto informando que tudo estava bem. Em terra, estranhos fenómenos aconteciam.

Boletins meteorológicos, relatórios de órgãos oficiais de investigação, notícias de jornal e outros documentos indicavam que a literatura do Triângulo agira levianamente no que dizia respeito às provas. Por exemplo, os mares calmos na literatura transformavam-se em temporais furiosos na realidade; desaparecimentos misteriosos tornavam-se afundamentos e acidentes de causas convencionais, os destroços de navios "dos quais nunca mais se teve notícia" viraram "encontrados há muito tempo".

Em carta de 4 de abril de 1975 escrita para Mary Margaret Fuller, editora da Fate, um porta-voz da Lloyd's de Londres escreveu: "Segundo os registros da Lloyd's, 428 navios foram dados como desaparecidos em todo o mundo desde 1955 e talvez lhe interesse saber que nosso serviço de inteligência não encontrou provas que corrobem a alegação de que há mais perdas no "Triângulo das Bermudas" do que em qualquer outro lugar. Esta descoberta é acompanhada pela Guarda Costeira dos EUA, cujos registros computadorizados dos incidentes no Atlântico remontam a 1958."
Nos dias de hoje, em que a orientação por GPS é muito utilizada, é difícil imaginar que um navio ou avião possam realmente desaparecer. Mas isso não quer dizer que não houve alguns desaparecimentos recentes atribuídos ao Triângulo das Bermudas:
Anomalias magnéticas e a neblina



Imagem cedida Amazon

"The Fog: A Never Before Published Theory of the Bermuda Triangle Phenomenon" (A Neblina: uma teoria jamais publicada sobre o fenômeno do Triângulo das Bermudas), de autoria de Rob MacGregor e Bruce Gernon, traz relatos de uma "neblina eletrônica" que ambos viram ao voar sobre o Triângulo. A história é a seguinte: em 4 de dezembro de 1970, Gernon e seu pai voavam para Bimini em um céu claro quando viram uma nuvem estranha com extremidades quase que perfeitamente arredondadas pairando sobre a costa da Flórida. E conforme voaram sobre ela, a nuvem começou a se espalhar, igualando ou até ultrapassando a velocidade deles. A 3.505 metros de altura, acharam que haviam escapado da "nuvem", mas acabaram descobrindo que ela havia formado um túnel, e a única possibilidade de fuga parecia ser passar por esse túnel. E quando estavam lá dentro, viram linhas nas paredes que giravam no sentido anti-horário, os instrumentos de navegação ficaram descontrolados e a bússola também passou a girar no sentido anti-horário.


Aeronave DC-3, vôo NC-16002, em 1948

Gernon disse que havia "percebido a ocorrência de algo muito estranho. Em vez do céu azul e limpo que esperávamos no final do túnel, tudo parecia branco-acinzentado. Além disso, a visibilidade parecia ser de 3 quilômetros, mas não havia absolutamente nada para ver. " Não havia oceano, horizonte ou mesmo céu, somente um nevoeiro cinza", disse ele.

Quando Gernon entrou em contato com o controle de tráfego aéreo de Miami para obter uma identificação de radar, o controlador disse não haver aviões aparecendo no radar entre as regiões de Miami, Bimini e Andros. Após vários minutos, Gernon ouviu o controlador dizer que um avião havia acabado de aparecer diretamente sobre Miami. Gernon não achou que poderia estar sobre Miami Beach, já que o tempo normal de viagem é de 75 minutos para chegar até lá e só tinham passado 47 minutos desde o início do incidente. Mas nesse mesmo momento, o túnel começou a se desfazer no que ele descreveu como tiras de neblina. E mais, os instrumentos começaram a operar normalmente e viram Miami Beach logo abaixo deles. E foi essa passagem de tempo, confirmada por seus relógios e pelo relógio do avião, que levou Gernon a acreditar que a neblina eletrônica possuía características relativas a viagens no tempo.


O interessante é que Gernon passou por essa experiência mais uma vez enquanto voava com sua mulher e, muitos outros pilotos também tiveram experiências semelhantes ao sobrevoar a área. Gernon diz acreditar que as potentes tempestades eletromagnéticas que ocorrem no interior da Terra passam através da superfície e atingem a atmosfera, onde logo desaparecem, deixando essa neblina eletrica. E ainda de acordo com Gernon, um cientista suíço descobriu que o magnetismo é mais fraco no triângulo do que em qualquer outro lugar da Terra, uma possível explicação para essa neblina ocorrer mais lá do que em qualquer outro lugar
Teorias plausíveis
A maioria das explicações racionais para os incidentes no Triângulo das Bermudas, incluindo as fornecidas pela marinha e guarda costeira americanas, está relacionada a erros humanos e efeitos ambientais. Como a área é uma das mais usadas por pilotos e marinheiros amadores, há uma probabilidade maior de ocorrerem acidentes e desaparecimentos.


Imagem cedida Air Force Reserve Command
O 440º Esquadrão voava no Fairchild C-119 "Flying Boxcar", que recebeu esse nome por causa de seu grande compartimento de carga


Padrões climáticos e topografia


Imagem e um tufão em direção às Bermudas.

A área está sujeita a tempestades e mudanças climáticas violentas e inesperadas. Essas tempestades curtas e intensas podem se desenvolver e dissipar tão rapidamente que nem chegam a ser detectadas pelos satélites. Além disso, trombas d'água capazes de destruir facilmente um avião ou navio passando pela área são bastante comuns. Uma tromba d'água nada mais é do que um tornado que ocorre no mar e puxa a água da superfície do oceano até milhares de metros de altura. Outro fator ambiental possível são os terremotos submarinos, já que cientistas encontraram bastante atividade sísmica na área. E mais, os cientistas também já observaram ondas de até 30 metros de altura.

A topografia submarina da área também pode ser um fator importante, já que varia de uma plataforma continental levemente inclinada para uma queda extremamente profunda. Na verdade, alguns dos fossos mais profundos do mundo se encontram nessa área. E se um navio ou avião afundar em um desses fossos, a probabilidade de que nunca seja encontrado é muito grande.



Certas coisas são mesmo inexplicáveis e naturalmente assustam no Triângulo das Bermudas. Essa, por exemplo, é a famosa "Língua do Oceano", um apavorante buraco de gigantescas proporções e além disso dotado de desconhecida profundidade que mergulha indefinidamente nas águas abissais do Atlântico. (FOTO: NASA)

Listagem de alguns eventos relatados no Triangulo das Bermudas
1840 - Rosalie - embarcação francesa encontrada meses após o seu desaparecimento, na área do Triângulo das Bermudas, navegando com as velas recolhidas, a carga intacta, porém sem vestígios de sua tripulação.
1880 - Atlanta - Fragata britânica, desapareceu em Janeiro, com 290 pessoas a bordo.
1902 - Freya - embarcação alemã, ficou um dia desaparecida. Saiu de Manzanillo, em Cuba no dia 3 de outubro. Foi encontrada no dia seguinte, no mesmo local de onde havia saído, porém sem nenhuma pessoa a bordo: todos os tripulantes desapareceram.
1918 - Cyclops - embarcação carregada com 19.000 toneladas de aprovisionamentos para a Marinha Estadunidense, com 309 pessoas a bordo. Desapareceu a 4 de março em mar calmo, sem emitir aviso, mesmo dispondo de rádio.
1925 - Cotopaxi - embarcação desaparecida próximo a Cuba.
1931 - Stavenger - cargueiro desaparecido com 43 homens a bordo.
1932 - John and Mary - embarcação desaparecida em Abril. Foi encontrada posteriormente à deriva, a cerca de 80 quilômetros das ilhas Bermudas.
1938 - Anglo-Australian - embarcação desaparecida em Março, com uma tripulação de 39 homens. Pediu socorro quando estava próxima ao Arquipélago dos Açores.
1940 - Gloria Colite - embarcação desaparecida em Fevereiro. Foi encontrada com tudo intacto, mas sem a tripulação.
1944 - Rubicon - cargueiro cubano desaparecido em 22 de outubro. Foi encontrado mais tarde pela Guarda Costeira Estadunidense próximo à costa da Flórida.
1945 - Super Constellation - aeronave da Marinha Estadunidense desaparecida em 30 de Outubro, com 42 pessoas a bordo.
1945 - Vôo 19 ou Missão 19 ("Flight 19") - esquadrilha de cinco aviões TBF Avenger, desaparecida em 5 de Dezembro.
1945 - Martin Mariner - hidroavião enviado na busca do Vôo 19, também desapareceu em 5 de dezembro, após 20 minutos de vôo, com 13 tripulantes a bordo.
1947 - C-54 - aeronave do Exército dos Estados Unidos, jamais foi encontrado.
1948 - DC-3 - aeronave comercial, desaparecida em 28 de dezembro, com 32 passageiros.
1950 - Sandra - cargueiro transportando inseticida, desapareceu em Junho e jamais foi encontrado.
1955 - CONNEMARA IV - Desapareceu em setembro e apareceu 640km distante das bermudas, também sem tripulação.
1963 - MARINE SULPHUR QUEEN - Cargueiro que desapareceu em fevereiro sem emitir nenhum pedido de socorro.
1963 - SNO'BOY - Desaparecido em 1º de Julho. Era um pesqueiro com 20 homens a bordo. Nunca foi encontrado.
1967 - WITCHCRAFT - Desaparecido em 24 de dezembro. Considerado um dos casos mais extraordinários do Triângulo. Tratava-se de uma embarcação que realizava cruzeiros marítimos. Estava amarrado a uma bóia em frente ao porto de Miami, Flórida, a cerca de 1600 metros do solo. Simplesmente desapareceu com sua equipe e um passageiro a bordo.
1950 - GLOBEMASTER - Avião desaparecido em março. Era um avião comercial dos Estados Unidos.
1952 - YORK - Avião de transporte britânico. Desaparecido em 2 de fevereiro. Tinha 33 passageiros a bordo fora a tripulação. Sumiu ao norte do Triângulo das Bermudas.
1956 - MARTIN P-5M - Hidroavião desaparecido em 9 de novembro. Fazia a patrulha da costa dos Estados Unidos. Sumiu com 10 tripulantes a bordo nas proximidades do Triângulo das Bermudas.
1957 - CHASE YC-122 - Desaparecido em 11 de janeiro. Era um avião cargueiro com 4 passageiros a bordo.
1962 - Um avião KB-50 desapareceu em 8 de janeiro. Tratava-se de um avião tanque das Forças Aéreas dos Estados Unidos. Desapareceu quando cruzava o Triângulo.
1963 - 2 STRATOTANKERS KC-135 desapareceram em 28 de agosto. Eram 2 aviões de quatro motores cada, novos, a serviço das forças aéreas americanas. Iam em missão secreta para um base no Atlântico, mas nunca chegaram no local.
1963 - CARGOMASTER C-132 - Desaparecido em 22 de setembro perto das ilhas Açores.
1965 - FLYNG BOXCAR C-119 - Desaparecido em 5 de junho. Era um avião comercial com 10 passageiros a bordo.
1973 - ANITA - Desaparecido em março. Era um cargueiro de 20.000 toneladas que estava circulando próximo ao Triângulo com 32 tripulantes a bordo.
1973 - Milton Atrides - cargueiro desaparecido em Abril.
1976 - Grand Zenith - petroleiro, afundou com pessoas e bens a bordo. Deixou uma grande mancha de petróleo que, pouco depois, também desapareceu.
Um Cessna 172 é "caçado" por uma nuvem, o que resulta em funcionamento defeituoso de seus instrumentos, com conseqüente perda de posição e morte do piloto, como informaram os passageiros sobreviventes.
Um Beechcraft Bonanza voa para dentro de uma monstruosa nuvem cúmulo ao largo de Andros, perde o contato pelo rádio e logo recupera-o, quatro minutos depois, mas descobre que agora está sobre Miami, com mais vinte e cinco galões de gasolina do que deveria ter-quase exatamente a quantidade de gasolina que seria gasta pelo aparelho numa viagem Andros-Miami.
Um 727 da National Airlines fica sem radar durante dez minutos, tempo em que o piloto informa estar voando através de um leve nevoeiro. Na hora de aterrissar, descobre-se que todos os relógios a bordo e o cronômetro do avião perderam exatamente dez minutos, apesar de uma verificação da hora cerca de trinta minutos antes da aterrissagem.
DC-3 N407D, sumiu em 21 de setembro de 1978
Fighting Tiger 524, sumiu em 22 de fevereiro de 1978
Beechcraft N9027Q, desaparecido em 11 de fevereiro de 1980
Ercoupe N3808H, sumiu em 28 de junho de 1980
Beech Bonanza, sumiu em 5 de janeiro de 1981
Piper Cherokee N3527E, desaparecido em 26 de março de 1986
Grumman Cougar Jet, último contato realizado em 31 de outubro de 1991
o barco a motor Jamanic K, desaparecido quando ia de Cape Haitian para Miami, em 20 de março de 1995
o barco a motor Genesis, que sumiu no caminho de Port of Spain, em Trinidad, para St. Vincent, em 21 de abril de 1999
Cessna 210, desapareceu do radar quando ia de Freeport a Nassau, em 14 de junho de 1999



pesquisa
http://www.discoverybrasil.com
http://geocities.yahoo.com.br/
http://ciencia.hsw.com.br/triangulo-das-bermudas.htm